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Guarda faz paralisação de 24 horas com apoio do Sindspef


Ontem ocorreu uma das maiores manifestações da Guarda Municipal que já tem 80 anos de história. Com apoio do Sindspef-SG, os guardas se concentraram nas escadarias da prefeitura às 09 horas da manhã exigindo melhores condições de trabalho, Planos de Cargos e Hierárquico, além da regulamentação em nível municipal da Lei Federal 13.022/14.

Membro da comissão de negociação com a prefeitura, a presidente do Sindspef Rosangela Coelho afirmou que a paralisação de 24 horas serviu de alerta ao governo que, se não sentar para negociar, vai ter uma grande dor de cabeça com a categoria:

- Os homens e mulheres da Guarda estão aguerridos e muito insatisfeitos com esse governo, que há 8 meses atrás prometeu uma série de melhorias e nada fez. Somos um corpo só de servidores, e o Sindspef está dando todo o apoio necessário para que as reivindicações da tropa sejam atendidas - disse Rosangela.

O protesto na prefeitura contou apitaços em frente ao gabinete do prefeito, que não atendeu ao pedido da comissão para que fosse recebida. Os guardas prometem fazer outra paralisação na próxima semana se as negociações não forem iniciadas.

Na terça, 05 de julho às 18 horas no prédio da ACESG (NEXTEL), será realizada Assembleia para decidir os próximos passos do movimento. Rua Feliciano Sodré, 82.

Leia também matéria do Jornal A Tribuna.

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DE A TRIBUNA

Texto:Anderson Carvalho

Fotos: Ascom Sindspef

DE BRAÇOS CRUZADOS

Revoltados com o estado de abandono da corporação, os guardas municipais de São Gonçalo fizeram manifestação ontem de manhã em frente à sede da prefeitura e iniciaram uma paralisação de 24 horas. Participaram do ato, na Rua Feliciano Sodré, no Centro, 120 guardas, segundo os líderes do movimento, e a categoria só volta a trabalhar hoje às 8 horas. Eles reivindicam uma sede própria, melhores condições de trabalho e implantação da lei federal nº 13.022 (Estatuto das Guardas Municipais) e ameaçam novas paralisações e greve geral caso não sejam atendidos pelo poder público.

A manifestação durou quatro horas e, em seguida, os guardas saíram das ruas. “Faltam viaturas para nós. Os uniformes estão defasados há mais de três anos. Muitos estão rasgando. A farda não é trocada. Queremos plano de carreira. O Estatuto das Guardas Municipais também é importante, pois define funções e que o comando das corporações seja para um funcionário de carreira. O que temos hoje são comandantes policiais militares, bombeiros e até da Polícia Civil”, contou o agente Vinícius de Sá, um dos líderes da paralisação. O comandante da GM de São Gonçalo é o policial militar Pedro Jorge.

Anteontem, representantes da categoria se reuniram com o procurador do Município, Marcos Vinícius. Mas não chegaram a um acordo. “Eles propuseram implantar gradualmente o plano administrativo e deixar o financeiro para 2017. Não consideramos suficiente. Pois estamos em ano eleitoral e vai deixar uma herança maldita ao próximo governante”, explicou Vinicius. No próximo dia 4, às 18 horas, faremos assembleia para decidir novas paralisações e uma possível greve. O local ainda vai ser escolhido”, anunciou o agente.

Na edição de ontem, A TRIBUNA denunciou viaturas caindo aos pedaços, remendadas e com pneus carecas e furados. As botinas dos guardas também estão descolando. A prefeitura tinha anunciado este mês que a Fazenda Colubandê, recentemente municipalizada, seria a sede da GM, mas até agora o espaço se encontra abandonado e servindo de abrigo a moradores de rua e usuários de drogas.

Procurada pela reportagem, a prefeitura não se manifestou até o fechamento desta edição.

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