• Ascom Sindspef

Governo faz pouco caso com servidores e não dará reajuste e nem perda salarial


A Comissão de negociação do Sindspef-SG junto à Prefeitura foi recebida nesta quinta, 17, pela secretária de Administração Roseli Constantino e pelo procurador do município Marcos Vinicius.

O encontro com os representantes do Executivo se deu no contexto do movimento de reivindicação do reajuste e perda salariais dos servidores efetivos, que vale frisar, detêm um dos menores rendimentos do estado e defasado desde 2014, quando a prefeitura cedeu um reajuste de apenas 5%, o que não compensou nem a inflação do período.

Não foi uma conversa fácil com os representantes do governo, que desde o início tentaram interditar a negociação alegando motivos "legais" de representação do Sindspef junto aos servidores.

Descobrimos novamente a atuação mesquinha e vexatória do Sismusg que, em vez de cerrar fileiras com as reinvindicações mais do que justas dos servidores, tentam sabotá-las, fornecendo argumentos marotos ao governo para não negociar com o Sindspef, que desde sempre, e reconhecidamente, se coloca ao lado dos interesses dos trabalhadores.

O Sindspef e seus milhares de filiados não precisam provar a sua representatividade, chancelada pelos próprios servidores, Ministério Público Estadual e pelo próprio atual governo, que jamais se furtou em compartilhar com o Sindspef a mesa de negociação de interesse dos servidores.

A Comissão de negociação do Sindspef não aceita e não aceitou em nenhuma hipótese o estratagema do governo em congelar o processo de negociação do nosso reajuste baseado num pedido de uma instituição daninha e pelega que é o Sismusg. Eles jamais nos calarão!

Feitos os devidos esclarecimentos, sigamos: o governo se mostra negligente e pouco empenhado em melhorar as condições de trabalho e salário dos servidores. Isso é fato e só a pressão política permanente será capaz de vergar esse pouco caso da administração. Os servidores unidos dobram o governo.

Pedimos 28% entre reajuste e perdas salariais, o governo não dará. Talvez porque não nos mobilizamos e pressionamos o suficiente? Essa resposta fica a cargo da consciência de cada servidor.

Entre as três faixas de reajustes apresentadas, 20%, 15% e 8%, o governo já avisou que não fará. Isso quer dizer que o reajuste, se ele vier, ficará abaixo dos 8%. O que é um escárnio para nós trabalhadores que possuímos um dos menores rendimentos do serviço público no estado.

Está implantado oficialmente a política de arrocho salarial, senhor prefeito?

O governo, que desde o dia 29 de junho se prontificou em oferecer uma contraproposta oficial de reajuste, não se moveu nessa direção, obrigando o Sindspef a intensificar a mobilização entre os servidores no sentido de construir uma resposta mais dura a esse pouco caso com as nossas reivindicações que, repetimos, são justas e urgentes.

De concreto, obtivemos do procurador Marcos Vinicius, uma resposta oficial do governo no próximo dia 25 de setembro.

Quatro dias depois, no dia 29, realizaremos uma assembleia para decidir se aceitamos ou não o que foi oferecido.

No dia seguinte, 30, a Comissão volta a se reunir com o governo na mesa de negociações levando a decisão dos servidores.

A hora é de luta. Nós decidimos o que merecemos.

JUNTOS SOMOS FORTES!

#REAJUSTE #CAMPANHASALARIAL2015

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